Daqueles tempos de imaginar um chamego no pé do ouvido num dia de domingo. Um beijo que acaricie a alma. Um dengo que acalente o peito. Vindo de quem transpareça se importar - no olhar e no tocar. Que não se atenha em julgar e até, quem sabe, ao olhar tamanha bagagem, pergunte: "posso ajudar?". Que tenha tato pra lidar com esse silêncio carente e cheio de tanto que mal cabe na gente. E saiba a hora de falar e de calar - sem sair perto. Ou que saia de perto mas fique à palma dos olhos como quem diz: "tô aqui se precisar".
Daqueles tempos de imaginar, ainda, se sou um ínfimo de tudo que espero - no outro - encontrar. Será?
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