Eu acreditei que podia torná-la a pessoa mais indispensável do meu dia. O meu sopro de vida, meu motivo pra sorrir à toa, meu suspiro de alegria. E eu AINDA acredito nisso, e peço que me perceba à um palmo do seu nariz. Mentira, eu não, o meu coração que está pedindo. Esse irretratável apaixonado que não se auto-valoriza e muito constantemente GRITA por você. Não sei se são gritos de súplica ou dor, já que não ouço nada além da sua voz adoravelmente encantadora. Simplesmente foge da minha capacidade.
Mas chega. Tudo tem um limite, e o meu chegou ao seu ápice. Não julgo você por NADA. Você não tem culpa; nem me conhece, nem sabe quem eu sou, o que sinto, penso, almejo, receio... E nós somos tão diferentes que talvez você nem se importe em me notar. Que seja! Você não é a primeira pessoa encher meu peito de esperanças e depois sugá-las de mim, levando todos os lindos planos que já haviam na minha Coleção "Você". Sim, eu e você foi real. Aconteceu. Dentro de mim, mas aconteceu.
Eu sei que um dia eu vou conseguir ser honesta com você e demonstrar o que eu sinto, ou caso demore muito, o que eu senti. Não importa. Você faz parte de mim agora, e fará sempre. Mesmo que nunca troquemos uma só palavra, um só gesto de carinho e afeto... A menção da sua imagem tão cheia de personalidade e atitude, já vai valer para te manter no meu pensamento eternamente. Mas agora eu desisto de nós. Não quero esse amor platônico tão cheio de sonhos sem elos reais.
Não mais.

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