Infância. Uma palavra tão doce de se ouvir, que nos remete à momentos tão deliciosamente gostosos de serem lembrados. Cada um tem uma história pra contar de quando era pequeno. Um amiguinho imaginário, ou mesmo um amigo real, daqueles que cresceu junto com você. A casa da avó, sempre tão cheia de gente. O presente do "Papai Noel", que sempre estava lá ao pé da árvore, montada com dias de antecedência; e por mais que nunca fosse aquela Barbie toda trabalhada no rosa, ou aquele carrinho maroto da Hot Wheels, você sempre ficava feliz, pelo simples fato de ser Natal. Assim também era na Páscoa; o importante era ganhar Ovo de Chocolate! Ops, era? Não, É! Afinal, você cresceu, mas o chocolate ainda é uma tentação.
Ah, ser criança... tão bom que dá vontade de voltar no tempo. Tudo daquela época deixa saudades. Até os gritos suplicantes da sua mãe, para que você se aquietasse e não desarumasse a roupa nem o cabelo. Mas mesmo assim você brincava livremente, sem se preocupar com a sua aparência. Vergonha dos outros? Isso não existia; a brincadeira era muito mais valiosa que uma ideia formulada por outra pessoa que você nem sequer conhecia. E, naturalmente, sua mãe brigava com você, mas era coisa de momento. Ela não conseguia ficar brava por muito tempo, porque sua carinha angelical, a derretia completamente.
Bons tempos aqueles, que você não se matava de estudar e sempre tirava boas notas; (ta vendo? não corte os pulsos, você já foi um aluno descente =D) então, nunca ficava de recuperação, e sempre viajava nas férias. E ai você passeava com seus pais, irmãos, primos, tios... e quando não saía, podia passar a tarde vendo TV, e tendo a leve impressão de que se você quebrasse a tela, poderia entrar dentro dela. Tão inocente, meu Deus...É, você era feliz e não sabia.
É claro que todos esse instantes vividos e tão maravilhosos, nunca serão apagados das mentes daqueles que os vivenciaram. Estam em mim, em você, e em cada um que teve uma infância memorável. São momentos a serem relembrados constantemente. Não numa forma de criticar a realidade e fazer um pedido silencioso de retorno ao passado. Mas, sim, no intuito de nos fortalecermos, e sermos fortes, ainda que o fracasso bata à nossa porta. Pois, se conseguimos prover a felicidade naquela época, podemos trazê-la aos dias atuais. Então, nunca permitamos que a criança que há em nós, perca voz e morra. Ela tem de ser viva e imponente, para que a pureza, a inocência, a doçura e a verdade, estejam sempre em nossa essência.


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